segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A família Manati, hoje, está triste.


É assim, com toda a sua ternura, generosidade e delicadeza, que queremos lembrar sempre de Bartolomeu.

1 comentários:

Rachel Facó disse...

Uma das últimas vezes em que vi o Bartolomeu ele estava no stand da Manati, no salão do livro da FNLIJ/2011, apreciando encantado alguma novidade da editora em meio digital. Não resisti e me aproximei. Delicado, como sua escrita o revela, foi generoso ao autografar um dos livros que tenho dele. Meses depois, estaria mais uma vez diante dele, no stand do FNDE, na Bienal, para junto com um grupo de amigos leitores prestar-lhe uma homenagem. Agora, o encontro no lugar de sempre... E lembrarei dele do mesmo jeito que vocês descreveram.
Abraços,
Rachel Facó
http://esquinadoconto.blogspot.com